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Mens Sana: Como Usar as Emoções em Favor Próprio

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Neste domingo, o caderno Boa Chance do Jornal O Globo trouxe uma matéria de capa falando sobre a importância da Inteligência Emocional (IE) no mercado de trabalho. O texto faz um paralelo entre competência técnica e competência emocional, e vem acompanhado de um teste utilizado por algumas empresas de recrutamento e seleção para medir o nível de IE dos candidatos a vagas de emprego. Entre os especialistas entrevistados por veja, 75% consideram Inteligência Emocional mais importante que qualificação técnica na hora de contratar.

A reportagem fala da utilização da Programação Neurolinguística (PNL) como ferramenta de treinamento de pessoal, e traz a opinião de diversos profissionais de RH sobre o que seria a tão desejada e cada vez mais requisitada Inteligência Emocional e como desenvolvê-la. Leia a Matéria. Continuação.

Embora pareçam ter alguma experiência, os consultores entrevistados pelo jornal por vezes tratam IE como um conjunto de comportamentos, confundindo um pouco o conceito. Em determinado trecho, lê-se o seguinte: “melhorar o relacionamento com os colegas é essencial para incrementar a inteligência emocional”. Não, não, e não! É o contrário. A qualidade das relações interpessoais é determinada pelo nível de IE do sujeito. Isto é, só é possível melhorar a relação com as pessoas quando se tem um bom nível de inteligência emocional.
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Sua Santidade o Dom Daboacomunicação

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Recentemente, falei aqui sobre estratégias de comunicação. Considerando que a comunicação é a maior ferramenta das relações humanas, pessoas com capacidade de se comunicar adequadamente possuem vantagens inegáveis em uma sociedade globalizada. Hoje, comunicar bem e assertivamente é uma necessidade fundamental para qualquer pessoa, em qualquer contexto. Em se tratando de líderes e formadores de opinião, aprender a se comunicar devia ser obrigação.

Ontem, assistindo ao Jornal Nacional, fiquei impressionado com as declarações do Arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings, sobre as denúncias de pedofilia contra padres católicos. Confira.

As declarações foram feitas durante a 1ª entrevista coletiva da 48ª Assembléia Geral da CNBB. O que agrava ainda mais a situação é o fato de Dom Dadeus presidir uma comissão responsável pelo tema principal do encontro, cujo título era: A Missão da Igreja no Mundo. Sabe lá o que é isso?! Tenho a impressão de que nem ele sabe ao certo. Para acabar de estragar tudo, foi a própria CNBB que o incumbiu de conceder a tal entrevista, cuja repercussão foi catastrófica.
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O Poder da Comunicação Eficaz

O PODER DA COMUNICA    O EFICAZ - O PODER DA COMUNICA    O EFICAZ

“Um estudo americano, publicado em 2001 na Administrative Science Quarterly, analisou discursos de presidentes americanos, de George Washington a Ronald Reagan, e descobriu que o carisma atribuído a um político está diretamente relacionado ao número de palavras de um determinado gênero que ele usa em seus discursos. Aquelas que evocam imagens, sons, gostos e outras sensações, diz o estudo, atingem mais fácil e imediatamente os ouvintes do que as que exprimem conceitos. Assim, ‘suor’ é mais eficaz do que ‘esforço’ e ‘mão’ é mais forte do que ‘ajuda’.”

O texto acima é parte da reportagem especial da revista Veja desta semana sobre a candidatura de José Serra à Presidência da República. Entre outras coisas, a matéria faz menção a mudanças estruturais observadas no discurso do candidato. Segundo veja, diferentemente da estratégia utilizada em 2002, quando saiu candidato pela primeira vez, agora Serra tem preferido um discurso com menos abstração e mais apelo emocional. A finalidade seria atingir o coração dos ouvintes e, por conseguinte, aproximar-se mais do eleitor. Três linguistas consultados pela revista afirmam ainda, que a utilização de metáforas e imagens ajuda a conseguir este resultado.
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Chag Pessach Sameach! Feliz Páscoa!

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A páscoa é uma festa judaica, cujo original, Pessach, significa “passagem”. Seu propósito é celebrar a liberdade do povo hebreu, conquistada após 400 anos de escravidão no Egito. Sob o comando e orientação do patriarca Moisés, os hebreus deixaram o cativeiro para tomar posse da Terra Prometida e se estabelecer como nação.

Aproximadamente 1500 anos depois, Jesus Cristo inaugurou outra forma de celebração da páscoa, propondo o estabelecimento de uma nova aliança entre Deus e os homens, através do seu sacrifício, na cruz do Calvário.

Com o passar dos anos, símbolos pagãos foram misturados ao conceito original, e a páscoa perdeu seu verdadeiro sentido para muitos, assim como vimos nos perdendo de nós, influenciados por elementos alheios à nossa verdadeira essência.

Nesta páscoa, que os ideais de liberdade e comunhão, comprados com sangue, sejam resgatados pelos judeus e cristãos de todo o mundo. Que todos os povos, de todos os credos, promovam um novo conserto declarando-se um só rebanho, de um só Pastor.

Chag Pessach Sameach!

Feliz Páscoa!

Você Nasceu Para o Sucesso

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Hoje, vou falar sobre uma parábola de Jesus. Independentemente de qualquer outra qualidade, nós da Programação Neurolinguística (PNL) o consideramos o maior comunicador de todos os tempos. Desde que viveu neste mundo, Jesus é o maior especialista em PNL de que se tem notícia. Tenho buscado em seu discurso aplicabilidade prática para o aqui e agora. Percebo que sua mensagem está cada vez mais atual, talvez exatamente pelo fato de falar por meio de parábolas.

Milton Erickson, um psicanalista cujo trabalho é a base de muitos princípios e técnicas da PNL, e cujas estratégias foram tema de inúmeros congressos, também se utilizava de metáforas para tratar seus pacientes. Ele acreditava que elas burlavam as resistências do sujeito, criando uma via direta com seu inconsciente. Erickson se tornou notável pelo grande e variado número de pacientes que tratou com absoluto sucesso.

Provavelmente, Jesus soubesse, assim como Freud, Jung e Erickson, no futuro, que a mente humana usa de simbologia para lidar com os conteúdos neuróticos. Tenho a forte impressão de que se falasse de forma direta e objetiva, Jesus talvez limitasse seu discurso à sua época.
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Agora é Chique Ser Sustentável

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Acabo ler uma reportagem sobre a mudança nos hábitos de consumo da população de alguns países, sobretudo os brasileiros.
Questiono um pouco os números pelo simples fato, facilmente constatável, de que nosso povo não tem educação. Obviamente, não me refiro a educação acadêmica, falo de consciência, de visão sistêmica.

Visão sistêmica?! Acho que se saíssemos às ruas perguntando, pouca gente saberia responder o que é isso. Talvez alguém retrucasse: “É de comer?”… “É remédio para emagrecer?”

Partindo do princípio de que as mudanças significativas, duradouras, acontecem de dentro para fora, assim como a consciência sistêmica advém do autoconhecimento, um povo que usa suas esquinas como latrina e os bueiros como lixeira não me parece estar preocupado com o desenvolvimento sustentável. Na minha percepção, é mais uma onda de modismo como qualquer outra. Agora é chique ser sustentável.
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A Mágica do Placebo

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A revista veja desta semana traz uma reportagem intitulada “A Depressão em Preto e Branco”, sobre os estudos do psicólogo norte-americano Irving Kirsch relacionados ao uso de antidepressivos. A matéria se baseia no livro “The emperor’s new drugs: exploding the antidepressant myth” (O império das novas drogas: explodindo o mito dos antidepressivos), lançado nos Estados Unidos há duas semanas. Em suas pesquisas, envolvendo 2300 pacientes nos últimos quinze anos, Kirsch afirma que apenas 18% a 25% dos resultados obtidos com antidepressivos advêm de sua fórmula, ficando o restante por conta, sobretudo, do efeito placebo. O mesmo se aplicaria ao Prozac e outras drogas similares. Enquanto Kirsch questiona o uso de antidepressivos, outros especialistas defendem a importância desses medicamentos na recuperação dos deprimidos, especialmente os crônicos.

Na minha percepção, o mais importante nessa polêmica é a comprovação da eficácia terapêutica do efeito placebo, reconhecida por todos os envolvidos na discussão. Experiências com placebo vêm de longa data, incluindo casos de pacientes que experimentaram efeitos colaterais negativos e relatos incríveis de pessoas que se tornaram viciadas. Embora não se saiba exatamente que fatores interferem no resultado fisiológico do chamado efeito placebo, sabe-se que seu desencadeante são as crenças do indivíduo. Isto é, quando o paciente acredita no medicamento ou terapia, mesmo que sejam inválidos, eles funcionam.
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Brasil já Enfrenta Falta de Mão de Obra

business team work - business team work

Acabei de ler um artigo que me remeteu aos tempos em que fui professor de “Capital Humano” e “Capital Humano nas Organizações”, na Candido Mendes.
Quando comecei a lecionar na UCAM, logo no primeiro dia, fui apresentado a um professor da área técnica que estava lá havia anos.
Ao conhecer a proposta da disciplina que eu assumia, ele ficou encantado com o fato de aquele conteúdo estar sendo oferecido no ambiente acadêmico.
Ele defendia energicamente a importância da matéria, dizendo: “Um dia teremos empregos sobrando e gente faltando”.
Acontece que ele falava da qualificação pessoal, da atitude, da auto-gestão, qualidades possíveis apenas a quem possui Inteligência Emocional.
No cotidiano de seu bem sucedido escritório de contabilidade e advocacia, acumulavam-se experiências indesejáveis com gente de QI privilegiado e QE prejudicado.
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Estamos de volta após as férias de final de ano.
Tomara que tenham sentido nossa falta, assim como sentimos a de vocês.
Realmente, é impressionante como passamos a fazer parte uns da vida dos outros.
Esse recomeço traz muitas novidades, dentre elas modificações no site, incremento das redes sociais e, principalmente, nosso Encontro de Reavivamento.
Antecipem-se, pois a última edição do encontro, realizada em julho/2005, reuniu 120 pessoas… E olha que à época o Metamorphosis tinha apenas 1 ano de existência.
A Família Chrysalis cresceu e hoje conta com um número muito maior de pessoas.
Aproveito para anexar parte da Reportagem Especial da Veja desta semana, com o notável Prof. Dr. António Damásio, ao qual me refiro na palestra introdutória do Metamorphosis I.
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Só Tem Escolha Quem Tem Consciência

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“Prefiro sentar-me em uma abóbora sozinho do que sobre almofadas em uma multidão.”
(Throreau)

Ser minoria é um desafio em um contexto no qual tudo, ou quase tudo, é feito para as massas.
Os diferentes precisam encontrar o seu lugar, por vezes construí-lo do zero, pois não conseguem - na verdade não querem - se ajustar aos modelos já existentes.
Isso requer esforço, dedicação, paciência e, sobretudo, coragem.
Coragem para desafiar e questionar padrões empobrecidos e limitantes.
Ser minoria é escolher entre o certo e o fácil… entre ficar vermelho um dia, ou amarelo a vida inteira.
Considerando que certo e fácil são juízos de valor, o certo aqui está relacionado à consciência daquilo que somos e, principalmente, daquilo que queremos ser.
Na minha percepção, sem esta clareza, advinda do autoconhecimento, não se tem outra alternativa a não ser fazer coro com a multidão.
A propósito, em algumas tradições a abóbora representa o grande ventre de onde brota a vida.
Um abraço fraternal!

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